Rio+ detecta vazamentos com o 4Fluid da Stattus4
Em uma operação recente, a concessionária Rio+ demonstrou como a geofonia aliada à tecnologia com inteligência artificial pode transformar radicalmente a detecção de vazamentos. Antes da digitalização dos processos, a rotina era marcada pela descoberta tardia: só se tomava conhecimento do problema quando surgiam reclamações de moradores ou sinais que denunciavam a ocorrência. Com o 4Fluid em campo, tudo mudou para o modo proativo.
Identificação do vazamento
A equipe de campo realizou a coleta de ruídos com o 4Fluid e, através da inteligência artificial do sistema, identificou três pontos suspeitos de vazamento na Rua Francisco Muzi, bairro Magalhães Bastos, no Rio de Janeiro.
Essa detecção de múltiplos pontos ocorre porque um vazamento de grande porte gera ruídos nos ramais próximos, levando a sinalização de várias áreas.

Observe no mapa: os pontos indicam as coletas realizadas. Os ícones em vermelho mostram os pontos suspeitos de vazamentos identificados pela IA; os verdes mostram os pontos conformes.

Reparo emergencial
Seguindo a investigação, a equipe realizou uma pesquisa de vazamento com o suporte do 4Fluid e do geofone, localizando o ponto exato do grande rompimento para realizar uma manutenção precisa. A água escapava diretamente para a rede de esgoto, sem indícios na superfície.
A equipe de manutenção da Rio+ encontrou um jato contínuo de água suja, realizou os reparos e interrompeu o fluxo, antes que houvesse mais desperdícios.
Recuperação de pressão
Nos imóveis ao redor, a pressão média da rede era de aproximadamente 15 mca, enquanto no ponto exato do vazamento estava em apenas 7 mca. Após o conserto, a pressão voltou a 15 mca, restabelecendo o abastecimento normal nas residências afetadas.

Padrão de operação e próximos passos
O case da Rio+ prova que o monitoramento acústico aliado à digitalização da gestão de perdas acelera a detecção e amplia o alcance das ações de reparo. Nos próximos meses, a Rio+ seguirá expandindo o uso do 4Fluid para novos setores, com o objetivo de consolidar um modelo de operação totalmente proativo.
A estratégia é clara: antecipar problemas, otimizar recursos de campo e manter o abastecimento de água sob controle, minimizando perdas e impactos à população.